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06/07

The Best Way is The My Way

14:39 by cochise. Filed under: digressões

Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que eu não si o nome e como uma segunda pele um calo uma casca.

Com a Tempestade rugindo dentro do coração, ando por essas ruas todo dia.
Com explosões dentro do meu cérebro caminho todo dia por essas ruas sempre iguais.

Minha velha alma apache clama por campos abertos enquanto minha mais velha alma romana clama por cidades civilizadas.
Meu velho coração pede por um amor tranqüilo com sabor de fruta mordida.

Eu rouco e cansado continuo andando por essas ruas com a Tempestade no peito e com farrapos de Ímpeto entre os dedos quebrados.

Se o mundo fosse justo choveria todo dia e seria frio o bastante para eu usar sobretudo.


Ando na certeza de que tudo se encaixa e cada coisa cai em seu lugar. Que a minha arte vai ser o bastante para aplacar a Tempestade e que meu gênio será capaz de remendar o Ímpeto.
Que em qualquer esquina eu vou achar o sabor de fruta mordida e que um dia vou construir uma cidade arborizada ou me mudar para Porto Alegre.

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06/07

"O Absurdo nem sempre respeita a lógica"

0:27 by cochise. Filed under: Livros

De madrugada Julien caminhava em mais uma abertura de livro padrão e sem imaginação…

Às vezes eu me canso de mim, de minas idéias. Eu convivo 24 horas por dia comigo!E como eu sou uma pessoa tão aberta como uma ostra agorafóbica tem muita coisa que para mim é lugar comum e para as pessoas é novidade.

Mas o fato é que a noite me atrai mais que o dia e se possível eu seria um morcego.

Ele  não caminhava sem rumo, mas apenas caminhava para casa depois da aula. Nada de poesias e imagens romanticas de séculos passados por hoje.

Tudo que ele precisava era de um jantar, uma cama, e sossego depois de um dia estafante. Nesse momento de tédio antiliterário o narrador se sente na obrigação de fazer algo acontecer  porque senão como raios o leitor vai gostar da obra. Aí surgem muitos acasos cinematográficos ou literários. Ai a história pede verossimilhança.

E eu cheguei onde eu queria.
Desde um livro chamado Insônia eu não me preocupo com a verossimlhança ods meus personagens acima de tudo. Pode-se dizer que eu criei uma estética do absurdo, mesmo quando falo da Amanda, que poderia ser Nikita,  estou falando de uma pessoa muito mais inverossímil que a Nikita.

Todos nós queremos um pouco de invossimilhança para ornar a história mais agradável, afinal, “o sangue só corre nas veias por pura falta de opção”, mas até onde ir?
Até hadoukens no limbo dos naradores? Até Claras-Impossíveis?

A minha resposta é muito simples, até onde a imposibilidade quiser se exercitar. A Clara não nasceu ecoterrorista… se tornou depois, porque quis, e eu não tenho nda a ver com isso Assi como Amanda se ornou mãe do Daimon porque quis e eu nunca pensaria por conta própria numa agente secreta com filho pra criar.

A invessimilhança diferencia o livro desse mundo de fora que é chato o bastante para a gente não querer viver nele, mas esse não é o objetivo dela, mas apenas deixar os personagens serem, sem as amarras do real, às quaias nos estamos presos.

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06/07

Depois de muito tempo…

16:02 by cochise. Filed under: Sem categoria

A última vez que mexi no blog foi para adicionar a nossa querida aeromoça assassina Sati Satani.
ela deve ter dado alguns sustos em alguém, mas assim que eu vi como a voz era uniforme e modulada (como a de uma aeromoça) não resisti a colocar um texto bem maniaco para ela falar.
Gosto desses contrastes.

Fiz agora algumas alterações que permitem a leitura imediata da página, ao invés de ter que esperar o fundo carregar.

O repositório online de RPG ainda não está ordenado e o de HQ está parado (eu tive que colocar a minha vida virtual de lado esses dias)

No mais ainda essa noite pretendo escrever algo aqui.